Voluptosamente o corpo se ergue, os músculos se excedem, e a virilidade da alma se estende sobre o calor desses dias. Vontades inesgotáveis de pele, de cheiros, de sabores. Vontade inesgotável de carne..Mais um dia de vento norte... mais uma noite interminável sem sono e com desejos incontroláveis, desejáveis e carnáveis....mercoledì, agosto 15, 2007
Vontade.... De... Carne!!!
Voluptosamente o corpo se ergue, os músculos se excedem, e a virilidade da alma se estende sobre o calor desses dias. Vontades inesgotáveis de pele, de cheiros, de sabores. Vontade inesgotável de carne..Mais um dia de vento norte... mais uma noite interminável sem sono e com desejos incontroláveis, desejáveis e carnáveis....martedì, agosto 14, 2007
Voando...Voando...Voando...Traçando contextos silenciosos!!
mercoledì, agosto 08, 2007
lunedì, agosto 06, 2007
Senti está canção, quando teus passos distanciam-se!!!

Beijei de leve a minuciosidade dos teus lábios
que com palavras soltas me desprezaram
toquei o cheiro dos teus olhos
que disfarçados me abandonaram
Beijei o teor alcoólico daquela cerveja
que deslizou sinuosamente no meu embaraço
Toquei mais uma vez a tua voz
enquanto embalava meu sonho disfarçado...
e dedilhando teu ouvido
sussurei: Abra a boca e engula todo meu amor
Depois? me esqueça, por favor!!!
mercoledì, agosto 01, 2007
Pelo que canta minha alma??

Toque suave
Das canções bonitas
Que teu sorriso
Escondido
Me traz...
Toque suave
Do teu olhar quente
Que tua pele
Me mostra
Toque suave
De teus passos breves
Que tuas mãos
Me contagiam
Toque suave
Da tua presença
Macia
Perversa
Abstrata
Nos meus dias!!!
Um pequeno desabafo? Quem sabe! Mas mais do que isso um pequeno esclarecimento, de ausências pausadas, de palavras parafraseadas, de pequenos ritmos...Mas também, quem disse que devo me explicar, no fundo me agarro em tais palavras, caros leitores, por que me agarro a vocês nesse momento, que são refúgio: dos livros, dos outros dias, das saudades e da agonia do porvir...Metamorfose e nada mais!!! Estou tão vazia a ponto de explodir. Estou tão sozinha que o mundo e as pessoas me sufocam. Estou tão confusa que vejo tudo nítido ao alcance do meu olhar!!!
lunedì, luglio 30, 2007
giovedì, luglio 26, 2007
Sopre-me! Quero partir desse vazio, dessa solidão!

Um vazio que me atormenta. Uma dia que não se acaba. Uma noite que não promete. Uma cama que me diz nada. Um corpo dilatado. Uma confiança desacertada. Uma vida sem palavras. Uma garganta com elas apertada. Uma mão que escreve desalinhado. Uns traços que correm do meu lado. Uma vontade do que não sou. Uma inverdade no que nunca tive.
Um vazio dormente. Uma incerteza penetrante. Uma visível inconstância de olhares. Uma tenra vontade de fugir. Um caminho para o nada. Um nada que desconheço. Um descobrimento contínuo de olhares.
Um vazio vazio. Um dia vazio. Uns olhares vazios. Umas mãos vazias. Uma alma vazia. Uma inquietante noite vazia. Porém a garganta presa e nem tanto vazia.
martedì, luglio 24, 2007
A vida ritmada nos novos traços!!!
Desconcertantes
Dos pés
Nervosos
Mal-arrumados
Ritmos
Angustiantes
Dos leves toques
No teclado
Ritmos
Envolventes
Da presença
Minuciosa
Dos teus traços
Ritmos
Novos
Descrente
Cúmplice de
Mais uma tarde...
venerdì, luglio 20, 2007
Perfeitos traços de passos indefesos numa tarde de sexta-feira!!!
mercoledì, luglio 18, 2007
Uma linha: tênue e sem medida aos simples mortais!!!
Linha
Tênua
daqui e ali
Corremos nos sorrisos soltos
nos passos largos
nas mãos suadas!!!
Brincamos nos dias brancos
também nos cinzas
e nas cócegas ao meio-dia!!!
Cantamos nas madrugadas
nas avenidas
e nos desencontros de nossa vida!!!
Choramos nas linhas
nos traços
e nos embaraços!!!
Vivemos por fim
Contemplamos
rimamos
poetizamos
Rezamos!!!
Afinal:
A linha é tênue
e não sabemos o que existe do outro lado.
Breves palavras as pessoas que foram vítimas do descaso do nosso país...Enfim, uma linha tênue e sem medida aos simples mortais!!!
lunedì, luglio 16, 2007
A contemplação do que não se conhece, senão lentamente!!!

A arte de contemplar é a arte de seduzir e ser seduzido pela vida. Confesso que essa idéia tomou posse dos meus pensamentos há poucos dias, depois de uma viagem a Porto Alegre. Sim, precisei fugir do meu cotidiano para me dar conta da arte da contemplação, mas isso não se deve somente ao fato de que passei dois dias em frente a exposição do Goya, de Vera Chaves Barcelos, assistindo A Medéia, O Horla, obras de Iberê Camargo. Esses pensamentos se devem especialmente a uma mudança de percepção de mundo.
Dizem bons e velhos amigos que isso acontece todo o dia comigo. Quem me dera amigos, enquanto esbravejo filosofias apaixonantes por novos sonhos, meu interior continua insistindo nos mesmos valores de vida. Mas isso vem mudando, creio que muda conforme nosso amadurecimento. Que acontece de forma calma, silenciosa, e só o percebemos quando nos damos conta da nossa forma de pensar, ou então da nova forma de contemplar a vida.
E é neste ponto, que queria chegar. Percebam caros leitores que este é mais um daqueles longos textos frenéticos e confusos, onde nada fica muito claro, por que a mão que a escreve está mais uma vez emocionada pela mudança. Mas enfim, tenho percebido e creio que os senhores também que temos vivido nossa vida de uma forma ínfima, vazia, corremos dias e nos dias em busca de algo que na verdade não entendemos ao certo o que é. Dizem alguns que é felicidade, outros falam em bem-estar, tranqüilidade, riqueza, amor. Mas será que já paramos para contemplar o verdadeiro sentido de tudo isso para nossas vidas, para nossas essências? Não sei, aliás, não, nunca paramos. Tentamos sempre fugir deste ato, por que quando paramos para fazer isso, nossa vida se torna mais bonita, mas fantasiosa, e assim quem sabe mais sem graça.
Pois, somos educados a lutar e buscar a dificuldade, isso nos engrandece, nos dignifica, mas quem sabe o que é dignidade se nunca a contemplou? E assim, deixamos de contemplar os olhares, as cores das ruas, as sensações de cada dia, o ritmo daquelas canções, o suspiro da pessoa ao lado no ônibus. Deixamos de contemplar nossas fraquezas, nossas vitórias, nossos sonhos. E apenas vivemos, assim meio que sem sentido, um dia após o outro.
Mas, senhores se pudesse lhes dar um conselho que pode mudar suas vidas, diria: Contemplem o mundo, assim, de uma forma pura, com um olhar calmo, e com paixão no coração e verão que a vida fica mais bonita, os problemas mais brandos e os olhares mais verdadeiros. E assim tudo vai tendo um sentido, sem sentido. Afinal quem disse que a arte de contemplar precisa ter sentido, aliás, quem disse que precisamos de respostas para tudo?
Bom, bom, paro por aqui, por que essas palavras ainda sujariam páginas e páginas deste modesto caderno virtual, afinal a arte de contemplar não te da limites para você perceber a vida com outro olhar.
Este texto é fruto da contemplação, aos ritmos, palavras, poesias e entrelinhas do olhar de um novo amigo nos meus dias. Ele há de entender, já que a pipa foi solta para o mundo, já que ele, creio já tenha experimentado a arte de contemplar suas próprias fúrias.
venerdì, luglio 13, 2007
Na ausência esperamos!!!
martedì, luglio 10, 2007
Foto: Leonel HenckesEstava frio! Mesmo assim meus ombros permaneciam descobertos. O metrô andava depressa entre o Aeroporto e a parada que tinha que descer. Mas te vejo pelo vidro entre um vagão e outro. Aproximava-se!
Eu suei a mão como de costume. Estávamos longe nesses últimos dias é fato, mal me lembrava do nosso último beijo, mas seria capaz de descrever cada detalhe dos teus traços e dos teus sabores.
As pessoas ao redor ficaram curiosas ao ver nossa aproximação, ao mesmo tempo paracem que não nos viam, se que era possível dizer que ainda existia alguma coisa entre nós. Mas você levemente me abraçou e me beijou o ombro, o pescoço. E então entrou de novo na minha vida!
O metrô parou, tinha que descer, você ficou e eu entre a harmoniosa sensação dos teus lábios e da angustiante sensação do metrô que andava para longe, bem longe...
Acordei, terça-feira de manhã, estava em Santa Maria e o metrô? Estava bem mais longe, teus beijos guardo comigo, nos meus ombros, nos meus cheiros
venerdì, luglio 06, 2007
Soneto imperfeito da saudade de outros dias!!!
martedì, luglio 03, 2007
Era noite!! E uma penumbra nos teus passos!!!

Mas ouvia os passos, não sabia aonde iam, não sabiam como viriam, e cada vez mais a penumbra os afastava, os aproximava. Uma dualidade constante na minha cama, nos meus sonhos, uma dualidade constante na rua.
Era noite e o vento batia na janela fria, ouvia mais uma vez aqueles vibrantes precipícios que se aproximavam. Sonhava, delirava entre os sonhos que invadiam constantemente aquela noite de penumbra. E ela invadia teus passos, minha angústia e o que eu não queria acreditar.
Acordada permanecia na luta ferrenha entre meus próprios voadores, que me deixam assim perdida na penumbra, da torturante luta de todos os dias..Uma noite de insônia, numa noite de penumbra em que teus passos, me fazem pensar no incerto, indevido, no que eu mataria!!!
Nada demais, leitores, apenas uma viagem de uma madrugada perturbada, apenas uma a mais!!!
mercoledì, giugno 27, 2007
Amar, amar, amar teu verde olhar!!!
amar como da primeira vez
amar com inocência
até mesmo na ausência
amar e querer somente amar
querer mais e por isso
mais amar
o toque de leve
o toque na pele
o toque no olhar
e então amar
o toque meu
o toque teu e a voz
devagar, um pouco fria
devahar um pouco minha
os passos apressados
os sentimentos generalizados
noites frias, dias frios
distância
se afastas
mas mais amar
te amo por imaginar,
te amo por esperar
e então mais amar
vontade do abraço
quente, cheiroso abraço
longe, aqui do lado
mas mais amar
quem sabe teu olhar
olhar verde, perto
longe,
olhar calado
profundo, brilhante
o olhar verde dos meus dias
e por isso mais amar
amar, amar, abusar
viver, querer ser
invadir, dividir
topor, dor, mais amor
em tudo isso vc, meu amor
lunedì, giugno 25, 2007
Tons de pele, tons desejados na pele!!!
Pele, peleDesejos escancarados
Maciez, nudez.
Pés, mãos, braços
O toque sensível
O torpor veraz
Estávamos ali
Diante do tempo
Distante
Da pele na pele
Dos desejos indesejados
Da nudez e mudez indevidas.
Pele, pele
Desejo
Pele, pele
Gozo
Pele, pele
E eu fui embora
Em meio a pele
Rasgada
De nossos desejos sóbrios...
martedì, giugno 19, 2007
Longe, longe!!! Vou tentar!!!
Um dia vi,
Aprisionados
Um dia ouvi...
Foto: Francieli Rebelatto
Tão pouco no olhar
Tão pouco no falar
Tão pouco no sentir
Tão pouco de ti
Menos ainda de mim
Espírito?
Paz?
Sim, todos dos dias
Depois do primeiro
Todos os dias
Depois daquele beijo
Aprisionados
Um dia vi, e ouvi
Hoje aprisionados
Mas tão longe daqui!!!
sabato, giugno 16, 2007
Poetas são tolos, tolos somos todos! Grito de dor!!

Fran Rebelatto num dia e num desabafo incontido de vontade de gritar...GRITAR, GRITAR, GRITAR..Não aguento mais!!! Não aguento mais!!!
mercoledì, giugno 13, 2007
Dias e dias: distantes...juntos por fim!!!

O que dizer, então?
Dias próximos, dias sem ti
dias vagos, sem mim
dias juntos, dias distantes
dias afastados, dias vagantes!!!
Dias para ser feliz,
dias para não ser
Dias para chorar
outros apenas amar!!!!
E entre amar, e pensar
fico a esperar!!!
mas são dias e dias e mais dias e outros dias
estações, tempos, horas, minutos
são seus olhos distante e nada mais!!!

Fotos: Fran Rebelatto
lunedì, giugno 11, 2007
Ainda não vi, nem vivi, mas já sinto SAUDADES!!!
Saudades
Dos passos arrastados
Dos olhares mal logrados
Saudades
Da voz miúda
E da pele desnuda
Saudades
Dos olhares, Cinderela
E dos gostos de canela
Saudades
Das noites mal dormidas
E das manhãs não vividas
Saudades
Das flores maldizentes
E das mãos tão ausentes
Saudades
Do que não tive
Saudades
Do que não teve
Saudades
Do porém
Saudades, enfim
De alguém!!!!
Saudades do que ainda não vi!!!
mercoledì, giugno 06, 2007
Voar passarinhos, voar miudinho!!!
Confusos, quietinhos

mas eles passarão e eu passarinho
Eles passarão e eu passarinho
Ai, passarinhos
martedì, giugno 05, 2007
Reduzir as metáforas a mera objetividade??

sabato, giugno 02, 2007
Ando por você, verde olhar!!! Devagar e divagar!!!

Hoje ando devagar
apenas penso e ando
mas ando devagar
ando devagar
Por isso ando devagar
Mais uma vez mudaste minha vida!!!
giovedì, maggio 31, 2007
Devaneios, nada mais do que um quente devaneio!!!

E quem quiser conhecer meu novo blog que falo sobre fotografia e reflexões à respeito das imagens, aí vai o endereço http://www.cameranamao.blogspot.com
lunedì, maggio 28, 2007
Esperar... Estar... até quando ficar??
Lembra-me
Contemplar
Sentir, baixinho...
E então estar!
A arte de esperar
Lembra-me
Sentar
Balançar, baixinho...
E mais uma vez estar!!!
A arte de esperar
Lembra-me
Lamentar
Cantar, baixinho...
E como sempre estar!!!
A arte de esperar
Lembra-me
Chorar
Divagar, baixinho...
E pela última vez estar!!!
giovedì, maggio 24, 2007
Melhor não tê-las, quando mal dizê-las !!!
P-a-l-a-v-r-a tão simples, tão bela, ao mesmo tempo tão imprevisível. Num momento as queremos simples, diretas, apenas ditas. Mas, porém, muitas vezes quando ditas, melhorem se ficassem caladas, bem quietinhas nas mentes que as guardam sem pensar.Mas o certo é que a culpa nunca é de quem as diz, mas sim da própria palavra, não é mesmo, ninguém manda ela existir. Palavras, palavras, ditas, proferidas, escritas, bem ditas e mau-ditas, ou quem sabe malditas....
Se ontem se fez flores vermelhas, hoje secou devagar a lágrima que quase rolou no canto do olho..Odeio as poucas palavras, odeio mais quando elas são malditas, mau-ditas. Então não diga, apenas não diga!!!
domenica, maggio 20, 2007
martedì, maggio 15, 2007
Alucinações no céu e cá comigo!!!
Aos poucos desvenda-se
Tudo vai indo assim minuciosamente declarado
Sua força.
Sua essência
Torno-me feliz
Invade minhas sensações
Torpor de prazer
A testa
E a cumplicidade
A música, a não música...
Palavras, mais palavras
Divagações
Somos poucos
Somos o improvável
Choramos
Por teu filho, meu filho
Choramos pelo mundo
E por não termos nele lugar
Você então vai
Como você todos os poucos
Voltar, para o nosso refúgio
Para nosso diálogo inquietante.
Matar, cortar a garganta
Cortas os pulsos
Se desvincilhar do desejo
Da perfeição
Somos nada, então
Aceitamos, por fim,
E choramos sempre
Me entorpeço de músicas,
Canções afinal
Eles morreram, mas pensaram que nem nós
Morreríamos, então???
Mas e nossos filhos???
lunedì, maggio 14, 2007
Transcendendo a realidade. Volto a mim mesmo!!!

Transcender a realidade. Se assim o fosse transcenderia a angustia, a insegurança e os próprios sonhos. Pois transcender seria viver com mais dignidade e integridade nossos sonhos. Mas como conseguir isso se somos podados pelos nossos medos constantes, pelos julgamentos constantes.
Então viajamos, pois viajar seria ir em busca de novos caminhos, de um pôr-do-sol num lago diferente. Viajar acarreta gostos, sabores e amores diferentes. Então viajar seria transcender, viajar seria viver os sonhos integralmente? Quem sabe!
Viajar deveríamos todos os dias quando abrimos as janelas de casa e estamos dispostos a ver um novo dia, com tudo que nossa sensibilidade permite concebermos. Mas, acordamos diante da nossa realidade, vestimos nossas roupas do mesmo jeito, nos olhamos no espelho da mesma forma, pois nosso olhar continua o mesmo.
Mas, enfim, é preciso diariamente transcender, é preciso diariamente ser julgado, precisamos dos gostos, sabores e olhares diferentes a cada dia, pois assim, também serei melhor e verdadeira. Por isso viajo, literalmente e subjetivamente, essa é a única forma de me encontrar aos poucos.
Volto, porém, mais uma vez, já com vontade de partir, mas por breves e constantes momentos sinto o toque leve de saudade do verde...de mim, do que ainda não fui e por medo fujo de ser...Pé na estrada, para ser mais, para transcender a mim mesma. Pé na estrada por um verde que quero levar.
martedì, maggio 08, 2007
Desejo, desejo, desejo!!!
Desejo, desejo
Desejo, desejo
Desejos, desejos
Desejo, desejo
sabato, maggio 05, 2007
Aos poucos mudamos as cores, gostos e sabores e os cheiros hão de mudar também!!!

Aos poucos...
aos poucos
aos poucos
Aos poucos
venerdì, maggio 04, 2007
Morrendo aos poucos!!! Cada vez que se cala!!!
giovedì, maggio 03, 2007
Insitaram a minha paz, o refúgio ao meu mundinho!!!
Disseram à Satania na noite anterior que ela deveria sair do seu mundinho e se entregar mais ao mundo que lhe cerca. Hoje, Satania parou para perceber o mundo ao seu redor e então viu e ouviu as vozes, um emaranhado de confusas conclusões precipitadas, eram seres que vivem e convivem por aparências. Num minuto se olham com prazer, em dois minutos desestruturam qualquer afeto pelas pessoas do lado.Então, Satania pensa em fugir, sair daí, divagaria por caminhos mais mansos, sonharia com a liberdade, com o pôr-do-sol no fim da tarde (como sempre Satania viaja nos seus devaneios romanceados da vida). Enfim, enfim, satania mais uma vez não teve motivos para abandonar seu mundinho para se entregar a esse.
Por isso ela com passos desassossegados volta pra casa, pega seu violão e senta embaixo da janela, e apenas ouve sons calmos que ressoam das cordas de suas próprias ilusões.
mercoledì, maggio 02, 2007
Em frente o horizonte e nada mais!!!
Tinha uma pedra no meio do caminho
Caminho
Destino
Rumo
Sorrisos
Lágrimas
Dificuldades
Mais sorrisos
Caminho destino
Tempo
Horas
Dias
E as noites?
Mal-durmidas
Caminho
Destino
Vivacidade
Olhares
Abraços
Despedidas
Saudades
Caminho
Destino
Em frente
Em cima
Dos lados
Paixão
Desafio
Mas o caminho caminhante se faz ao andar
Então, cá de passos juntos
Agora no caminho, no destino prosseguimos.
Em frente o horizonte e nada mais...
mercoledì, aprile 25, 2007
A alma, a água!!!
Foto: Francieli RebelattoE não esqueçam de visitar meu novo blog! Poesia? Sim, mas é uma narrativa inscrita em luz, amanhã com novas postagens no http://www.cameranamao.blogspot.com
martedì, aprile 24, 2007
Novo blog!!!
Caminhos...caminhos!!! caminhar, então!!!

domenica, aprile 22, 2007
Sorriso audível, quem sabe somente folhas!!!
venerdì, aprile 20, 2007
Vago!!! Bem vago, muito vago e continuo a vagar!!!
giovedì, aprile 19, 2007
Que o Blues não seja o último!!!

Mas como dizia tinha tudo para ser uma noite feliz, mas o dia tinha sido pesado e mais uma vez de uma forma inconseqüente julgo a pessoa pela qual mais amo neste momento na minha vida. A pessoa que consegue deixar meus dias mais leves, que consegue só com sua presença me trazer paz, desconforto, angústia, paixão. Enfim, é a pessoa. Julguei, por que me magoei, por que tenho estado nos últimos dias no meu limite físico, psíquico, mental. Sim, preciso fugir dessa cidade, mas estou presa pela lógica dessa hipócrita sociedade.
Enfim, o show foi um grande sexo, com as minúcias, com os toques, com a essência, mas sem o gozo, por que não tive como relaxar. Estávamos ali, mas de que adiantava, não estávamos também, mas será que algum dia você esteve? Mais uma dúvida, mais um julgamento, tenho medo do teu olhar hoje.

Por tudo isso, me resta fotografar o pé e as letras de nosso grande Eddie Campbell, pois fui nocauteada pela vida e no chão é o meu lugar. Mas que postagem desabafo, e que triste fim!!! Espero que não o seja! Espero que o blues nos perdoe então!!!
lunedì, aprile 16, 2007
Destruo-me!!!

Dilacerando os tímpanos
A alma inquieta
O canto do olho
Dói, dói, e dói mais
Destruo-me aos poucos
Pensamentos vagos
Intensidade na garganta
O grito apertado
Dói, dói, e dói mais
Destruo-me aos poucos
Passos incertos
Certezas do nada
A indecisão do não querer
Dói, dói e dói mais
Destruo-me aos poucos
Meus tímpanos
A visão perturbada
A sensação não nítida
A inconstância da indecisão
Dói, dói e dói mais
Destruo-me aos poucos
Dói, dói, e dói mais
Ele se põe,
Se vai
Cá estou a admirar
Respostas?
Destruo-me aos poucos
Dói, dói, e dói mais...
Dói, e o grito fica guardado!!!
sabato, aprile 14, 2007
Agora que faz parte do meu livro, um novo olhar!!!

Primeiro eu como autora deste livro, coloco o olho, tento tirar da aparência do personagem um pouco de sua essência, mas sei que uma coisa não equivale a outra. Por isso me torno observadora, devagar, com passos breves me aproximo, tento seu olhar, mas me contenho afinal acredito que existem momentos para que se comece a escrever os personagens.
E foi assim com mais esse personagem, eu sabia desde o primeiro momento que ele seria um personagem que renderia muitas páginas, apaixono-me facilmente por personagens que tem essência, que são inconformados com as coisas, que são puros. Não que eu acredite que este pela qual me refiro seja totalmente puro, ao contrário, não o é, pois é inteligente. E os personagens inteligentes sabem muito bem como se mostrar ao autor, como sua história ficaria melhor escrita.
Mas ele chegou, na sua inocência de que tudo foi mero acaso, mas sabe ele que essas páginas já se desvencilhavam da minha pena há tempos. Apenas o momento certo, meia dúzia de palavras, e então somos cúmplices. Conto-o do meu livro e ele têm consciência do seu papel, um longo papel, não tenho duvida que será motivos de histórias e histórias. Mas sabe ele que escrevo seu início, seu meio e seu fim, mas isso se dará com o tempo.
Pois é assim, com o tempo os personagens tomam consciência de si mesmo e então tem o livre arbítrio de seguirem seu caminho, mas eles sempre vão seguir seu caminho sabendo que tiveram um papel na minha história e isso como autora apaziguará a falta que eles fazem nas minhas linhas.
Fecho a porta! E não tenho dúvida, ele voltará e então viramos mais uma página.
giovedì, aprile 12, 2007
Noites de divagações filosóficas me deixam assim...perturbada!!!

Divagar filosoficamente a partir de devaneios sórdidos, e por que não os mais poéticos? Sim é assim que gosto de acabar minhas noites (algumas é claro) balbuciando o teatro, a música, a ontologia fotográfica e para isso um enunciatário, que nada verdade nada mais é do que o enunciador número 2. E aí se vão as subjetividades, as objetividades, a discursivização.
È nessas andanças filosóficas que se engendram as embreagens, as debreagens da linguagem. O enunciado que se difere da enunciação no plano do conteúdo. E nesses devaneios, o personagem é a própria morte com medo de ser descoberta, para isso enlouquece na busca contínua pela impossibilidade da sua impressão digital. As palavras são curtas, mas os pensamentos profundos.
O silêncio então para entre os dois enunciadores. O espaço, o tempo, os actores, tudo se dispersa no ar da reflexão minuciosa de cada palavras. Parecemos loucos, e aos poucos o somos. Nossa loucura doce e intensa perpetua na nossa noite, nos nossos passos, nos nossos textos, questionamos os fenômenos, os olhares, as vãs e não vãs filosofias. nos questionamos. Aos poucos percebemos que somos meros personagens imersos num grande divagar inconstante de teorias e teorias que fogem senão do nosso próprio medo de nos conhecermos a fundo.
Tudo isso então em meio ao discurso, ao concreto, ao abstrato e arte tem uma única explicação: somos humanos, e por assim o sermos nunca estaremos satisfeitos. Boa noite, então meras filosofias, amanhã mais dúvidas nos esperam na nossa modesta, simples e compreensível vida.
martedì, aprile 10, 2007
Vitrais de névoas lúcidas!!!
domenica, aprile 08, 2007
Foi-se as verdadeiras páscoas e eu cá permaneço vazia!!!
Nada, simplesmente nada insiste em vir nessas mãos vagarosas e nem na memória. Nada, nada de idéias, nada de sentimentos, então será que vou para uma festa afastada desse mundo, ou então vou ali do lado tomar uma cerveja.Mas é páscoa!! Feriado na cidade, as pessoas passeiam com suas famílias e enfim tomam mate sem ter hora pra entrar em casa, vão ao shopping comer alguma coisa, rezam. Mas, somente é feriado para as pessoas normais, sim por que jornalistas estão aí sussurrando ao meu ouvido. E eu que sou um protótipo frustrada de jornalista, to aí sem família, sem feriado e sem idéias...
Uma postagem de páscoa falaria de partilha, da pessoa que foi Jesus Cristo, de ovos de chocolate, mas o fato é que não estou sentindo essa tal páscoa. Pois, diferente das outras estou longe, não comi peixe na sexta_feira santa, sim, acordei as duas da tarde, às 3 tava trabalhando. Diferente das outras páscoa sou adulta e mesmo que participasse da via_sacra não ia ser uma daquelas crianças que segura a velinha numa das estações.
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16...Opa são quinze as estações, são mil as razões para vive-las. O fato é que cada um de nós independente de sua cruz somos um pouco Jesus na nossa vida e temos um papel a ser comprido. Você já sabe qual é o seu?
Ai, ai, cá estou a divagar, sem ter o que falar e nem mesmo tenho neste ano uma opinião formada sobre a páscoa. Opa! O telefone toca mais uma vez. Sim, é noite de festa, num lugar afastado! Vou-me, então!!!
giovedì, aprile 05, 2007
Atribulações!!!
Nas minhas palavras mal traçadas,
Quanto mais nas minhas atitudes atribuladas...
Aos passos assim confusos,
Os olhares de que não quero ver
Tudo seria solidão, mas tudo é um grande engano.
A minha mão, a tua mão
A indecisão e a angústia do querer
E a certeza que se apresenta
Assim, abruptamente
A certeza insistente
Do pensamento que me traz uma louca tempestade.
Mas enfim, como Ana Carolina insiste em dizer
Eu só queria saber em qual rua
Minha vida vai encostar na tua.
É minha procura por si só
Das luzes que teus olhos não tem me deixado ver.
Antes de tudo a verdade dos teus olhos
A verdade de nossas atitudes
Do ato constante de fugir
E quem sabe então meu grande engano
Mas prefiro aceitar meu amor apenas
O consolo dos dias mal durmidos
Das noites exaustivas de músicas chorosas ao ouvido
Um vinho, dois vinhos, mais um vinho e
Assim o vício que afugenta nossa racionalidade
Dos dias longos na tua presença angustiante
O agir, o não agir, o querer e o esquecer.
Tudo como um turbilhão de descrenças
E mais uma vez olho a cidade ao redor
E nada me interessa!!
Meu coração sempre nas curvas
Mas será que seria ao certo sair nessas horas de confusão
Chamaria-te, gritaria entre os carros
Você repararia em mim
Você daria mais que míseras migalhas para nós
Daria chance de vivermos, antes que a distância se perpetue
Mas eu nunca volto atrás...
Não escondo a pressa e nem me escondo...
Pixaria sua rua, gritaria, bateria na sua porta
Nua, quem sabe fria, quem sabe assim
Você me daria míseros dias, ou apenas minutos
Para nós, para nossas incertezas
Mas não, você insiste em fingir que não esta nem aí
Que tudo passa despercebido, quando na verdade
Você queria estar no lugar de todos, e todos
Por que assim você estaria comigo...
Não viver como alguém que espera um novo amor
Vou num caminho onde muito além eu quero ter
Olho o rio por onde a vida passa
E nunca perdi a hora
Pra mim agora, vou deixar a rua me levar
Ver a cidade se acender e você?
Eu vou lembrar você?
Ou você estaria comigo!!
Há ainda uma chance e eu grito e brigarei por ela.
Pois se eu for, não vou ir sem um pedaço de ti...
Mas tenho ainda muita coisa pra arrumar
Promessa e palavras que aguardam a hora pra contar
Coisas sobre mim que talvez você não queira ouvir
Vou!!! E você vem comigo!!!
Se for preciso enfim eu sumo...
Se for preciso enfim eu morro!!!
martedì, aprile 03, 2007
Era uma vez, uma segunda-feira feliz!!!
Mas era segunda e era dia de encontrar a face de tantas razões, a ilusão de tantas possibilidades e a razão de tantos nocautes. Para sempre fui acorrentado no seu calcanhar. Meus 20 anos e mais quantos forem, mas nem Freud explica, nem mesmo os cigarros, quanto menos as nuvens azuis. Nada explicaria o que era para ser apenas mais uma segunda-feira e se tornou: o grito!!!
O grito na garganta, à vontade de ir embora e a vontade de ficar, mas o que você quer então, jogar na minha despedida o teu medo, a tua incerteza? Quando sou e apenas eu que devo sentir-me assim...
Lágrimas contidas no divagar baixinho de nossas palavras agressivas. E eu vou embora acreditando mais uma vez que nunca mais as segundas serão as mesmas. Não enquanto você fizer parte dela, e de todos os outros dias...E eu pediria antes de ir embora, para viver mais e ter motivos banais para te esquecer ao menos um dia na minha vida. Até lá, eu ainda busco uma segunda-feira de céu azul e de razões para apenas sorrisos bonitos.

Maldito beijo na face!!! E uma postagem banal!!!
O nervo se contrai!!! Com precisão!!! Nos aviões!!! Casas velhas, casos morra!!! Temer!!! O casamento, rompimento!!! Quero mais te ver!!! Os meus cometas se agrupam no meu sol!! E as querubinas, meninas, rever!!! Padre para benzer!! Com devoção!!!
Tudo tão confuso quanto eu me sinto...Na lona vou a nocaute outra vez, maldito do teu calcanhar!
domenica, aprile 01, 2007
Tempo, corre nas horas mortas de mim mesma!!
Ai o tempo!!!Se desmancha abruptamente
na face enrugada...
que se desfaz nas palavras descrentes
nas razões e iludidas de um fim!
Ai o tempo!!!
Impreciso nas suas próprias rugas
nos meandros de sua cor
no seu corpo desmantelado
de porvir!
Ai o tempo!!!
Desafia a alma desafeta
a inconcretude de nossos atos
a banalidade de nossas manhãs curtas
de nossa ternura fria!
Ai o tempo!!!
Desarma a descrença na palavra
a impossibilidade do olhar
a verdade dos traços
Enfim, desarma meus passos
e me faz andar mais depressa...
Ai o tempo!!!
no reflexo dos meus discos
das minhas horas
e por que não do meu quarto
No reflexo de mim,
da minha poesia,
enfim, de mais um fim de dia!














