mercoledì, agosto 01, 2007

Pelo que canta minha alma??


Canto pelo:

Toque suave
Das canções bonitas
Que teu sorriso
Escondido
Me traz...

Toque suave
Do teu olhar quente
Que tua pele
Me mostra

Toque suave
De teus passos breves
Que tuas mãos
Me contagiam

Toque suave
Da tua presença
Macia
Perversa
Abstrata
Nos meus dias!!!

Caros leitores, venho até vós para confessar algumas pequenas coisas...Sim, estou em dias de poesias leves, de passos leves, por que o peso que trago cá comigo é grande demais para dividir com o mundo que já carrega consigo tantos infortúnios (hehehe, comecei bem, isso parece carta testamento, quem sabe o seja. Não, não penso em me matar, mas como a Fênix sempre está a ressurgir das cinzas, uma tem quem morrer para que outra possa nascer)...Bom, mas como dizia estou em dias de palavras breves e de poesias leves, por que estou tentando me encontrar aí em meio a um monte de dúvidas, a um processo contínuo e perpicaz de conhecimento. De uma luta constante com o ego, com o ID, com as incertezas, com as quimeras, com as poesias... Tenho sentido saudade de outros dias de Satania, isso é fato, e isso aos poucos toma posse dos meus dias meio incertos, que devagar desandam para novos caminhos, novas possibilidades. Enfim, mudanças, passagens, sempre aquela constante e devagar transformação que temos que ter dia a dia...


Um pequeno desabafo? Quem sabe! Mas mais do que isso um pequeno esclarecimento, de ausências pausadas, de palavras parafraseadas, de pequenos ritmos...Mas também, quem disse que devo me explicar, no fundo me agarro em tais palavras, caros leitores, por que me agarro a vocês nesse momento, que são refúgio: dos livros, dos outros dias, das saudades e da agonia do porvir...Metamorfose e nada mais!!! Estou tão vazia a ponto de explodir. Estou tão sozinha que o mundo e as pessoas me sufocam. Estou tão confusa que vejo tudo nítido ao alcance do meu olhar!!!

lunedì, luglio 30, 2007

Palpita mais um poco de vida!!!


Palpita
Intriga
A alma
Calma

Bate
Pulsa
Coração
Razão

Abre
Desanda
Mão
Emoção

Vertigem
Visão
Olhos
Que se abrem

Mais uma vez o mundo,
mais uma vez a paixão
pela segunda-feira!!!

giovedì, luglio 26, 2007

Sopre-me! Quero partir desse vazio, dessa solidão!


Um vazio latente. Um cheiro de nada latente. Um grito apertado. Uma lágrima na garganta. Uma saudade na alma. Uma procura incontida pelo que não vejo. Uma verdade inconsolável que me atordoa. Um passo desacertado rumo ao que não temo. Uma angústia constante pelo que não tenho.


Um vazio que me atormenta. Uma dia que não se acaba. Uma noite que não promete. Uma cama que me diz nada. Um corpo dilatado. Uma confiança desacertada. Uma vida sem palavras. Uma garganta com elas apertada. Uma mão que escreve desalinhado. Uns traços que correm do meu lado. Uma vontade do que não sou. Uma inverdade no que nunca tive.


Um vazio dormente. Uma incerteza penetrante. Uma visível inconstância de olhares. Uma tenra vontade de fugir. Um caminho para o nada. Um nada que desconheço. Um descobrimento contínuo de olhares.


Um vazio vazio. Um dia vazio. Uns olhares vazios. Umas mãos vazias. Uma alma vazia. Uma inquietante noite vazia. Porém a garganta presa e nem tanto vazia.

martedì, luglio 24, 2007

A vida ritmada nos novos traços!!!

Foto: Francieli Rebelatto
Ritmos
Desconcertantes
Dos pés
Nervosos
Mal-arrumados

Ritmos
Angustiantes
Dos leves toques
No teclado

Ritmos
Envolventes
Da presença
Minuciosa
Dos teus traços

Ritmos
Novos
Descrente
Cúmplice de
Mais uma tarde...

venerdì, luglio 20, 2007

Perfeitos traços de passos indefesos numa tarde de sexta-feira!!!

Foto: Francieli Rebelatto

Imperfeitos
traços perfeitos
ao meio-dia
a meia luz
do fim do dia
que em meias palavras
contemplo teu olhar
sem olhar
nos passos apenas
dispersos
cada qual para seu lado!!
Sem paz de espírito, nesta semana
cá também estou!!!

mercoledì, luglio 18, 2007

Uma linha: tênue e sem medida aos simples mortais!!!

Foto: Fran Rebelatto

Linha

Tênua

daqui e ali

Corremos nos sorrisos soltos

nos passos largos

nas mãos suadas!!!

Brincamos nos dias brancos

também nos cinzas

e nas cócegas ao meio-dia!!!

Cantamos nas madrugadas

nas avenidas

e nos desencontros de nossa vida!!!

Choramos nas linhas

nos traços

e nos embaraços!!!

Vivemos por fim

Contemplamos

rimamos

poetizamos

Rezamos!!!

Afinal:

A linha é tênue

e não sabemos o que existe do outro lado.

Breves palavras as pessoas que foram vítimas do descaso do nosso país...Enfim, uma linha tênue e sem medida aos simples mortais!!!


lunedì, luglio 16, 2007

A contemplação do que não se conhece, senão lentamente!!!



A arte de contemplar é a arte de seduzir e ser seduzido pela vida. Confesso que essa idéia tomou posse dos meus pensamentos há poucos dias, depois de uma viagem a Porto Alegre. Sim, precisei fugir do meu cotidiano para me dar conta da arte da contemplação, mas isso não se deve somente ao fato de que passei dois dias em frente a exposição do Goya, de Vera Chaves Barcelos, assistindo A Medéia, O Horla, obras de Iberê Camargo. Esses pensamentos se devem especialmente a uma mudança de percepção de mundo.

Dizem bons e velhos amigos que isso acontece todo o dia comigo. Quem me dera amigos, enquanto esbravejo filosofias apaixonantes por novos sonhos, meu interior continua insistindo nos mesmos valores de vida. Mas isso vem mudando, creio que muda conforme nosso amadurecimento. Que acontece de forma calma, silenciosa, e só o percebemos quando nos damos conta da nossa forma de pensar, ou então da nova forma de contemplar a vida.

E é neste ponto, que queria chegar. Percebam caros leitores que este é mais um daqueles longos textos frenéticos e confusos, onde nada fica muito claro, por que a mão que a escreve está mais uma vez emocionada pela mudança. Mas enfim, tenho percebido e creio que os senhores também que temos vivido nossa vida de uma forma ínfima, vazia, corremos dias e nos dias em busca de algo que na verdade não entendemos ao certo o que é. Dizem alguns que é felicidade, outros falam em bem-estar, tranqüilidade, riqueza, amor. Mas será que já paramos para contemplar o verdadeiro sentido de tudo isso para nossas vidas, para nossas essências? Não sei, aliás, não, nunca paramos. Tentamos sempre fugir deste ato, por que quando paramos para fazer isso, nossa vida se torna mais bonita, mas fantasiosa, e assim quem sabe mais sem graça.

Pois, somos educados a lutar e buscar a dificuldade, isso nos engrandece, nos dignifica, mas quem sabe o que é dignidade se nunca a contemplou? E assim, deixamos de contemplar os olhares, as cores das ruas, as sensações de cada dia, o ritmo daquelas canções, o suspiro da pessoa ao lado no ônibus. Deixamos de contemplar nossas fraquezas, nossas vitórias, nossos sonhos. E apenas vivemos, assim meio que sem sentido, um dia após o outro.

Mas, senhores se pudesse lhes dar um conselho que pode mudar suas vidas, diria: Contemplem o mundo, assim, de uma forma pura, com um olhar calmo, e com paixão no coração e verão que a vida fica mais bonita, os problemas mais brandos e os olhares mais verdadeiros. E assim tudo vai tendo um sentido, sem sentido. Afinal quem disse que a arte de contemplar precisa ter sentido, aliás, quem disse que precisamos de respostas para tudo?

Bom, bom, paro por aqui, por que essas palavras ainda sujariam páginas e páginas deste modesto caderno virtual, afinal a arte de contemplar não te da limites para você perceber a vida com outro olhar.

Este texto é fruto da contemplação, aos ritmos, palavras, poesias e entrelinhas do olhar de um novo amigo nos meus dias. Ele há de entender, já que a pipa foi solta para o mundo, já que ele, creio já tenha experimentado a arte de contemplar suas próprias fúrias.

venerdì, luglio 13, 2007

Na ausência esperamos!!!



vedado o pensamento
vedado os olhares
vedado os minutos
dos teus passos

Limite intenso
entre o fim de dia
entre a luz
que cai
sobre o fim dos passos

Passos e passos
que ali ausente
estou a esperar!!!

martedì, luglio 10, 2007

Na linha? Do Metrô, só se for!!!

Foto: Leonel Henckes

Estava frio! Mesmo assim meus ombros permaneciam descobertos. O metrô andava depressa entre o Aeroporto e a parada que tinha que descer. Mas te vejo pelo vidro entre um vagão e outro. Aproximava-se!

Eu suei a mão como de costume. Estávamos longe nesses últimos dias é fato, mal me lembrava do nosso último beijo, mas seria capaz de descrever cada detalhe dos teus traços e dos teus sabores.

As pessoas ao redor ficaram curiosas ao ver nossa aproximação, ao mesmo tempo paracem que não nos viam, se que era possível dizer que ainda existia alguma coisa entre nós. Mas você levemente me abraçou e me beijou o ombro, o pescoço. E então entrou de novo na minha vida!

O metrô parou, tinha que descer, você ficou e eu entre a harmoniosa sensação dos teus lábios e da angustiante sensação do metrô que andava para longe, bem longe...

Acordei, terça-feira de manhã, estava em Santa Maria e o metrô? Estava bem mais longe, teus beijos guardo comigo, nos meus ombros, nos meus cheiros

venerdì, luglio 06, 2007

Soneto imperfeito da saudade de outros dias!!!


A vida de leve
a vida abrupta
descalça
madura
a vida num toque
a vida com força
confusa
precisa
a vida manhosa
a vida tenra
vazia
transparente
a vida leve
no toque
suave
na saudade
da tua mão
em fim de dias!!!!

martedì, luglio 03, 2007

Era noite!! E uma penumbra nos teus passos!!!


Era noite. Uma penumbra invadia as ruas sombrias. Sombras? Sim, apenas sombras. E eu ia diminuindo na cama, cada vez menor, cada vez maior. Uma confusa insistência de permanecer acordada, mais uma ainda uma insistência de continuar pensando na penumbra da noite, dos passos incertos e quem sabe apenas passos dispersos...

Mas ouvia os passos, não sabia aonde iam, não sabiam como viriam, e cada vez mais a penumbra os afastava, os aproximava. Uma dualidade constante na minha cama, nos meus sonhos, uma dualidade constante na rua.

Era noite e o vento batia na janela fria, ouvia mais uma vez aqueles vibrantes precipícios que se aproximavam. Sonhava, delirava entre os sonhos que invadiam constantemente aquela noite de penumbra. E ela invadia teus passos, minha angústia e o que eu não queria acreditar.

Acordada permanecia na luta ferrenha entre meus próprios voadores, que me deixam assim perdida na penumbra, da torturante luta de todos os dias..Uma noite de insônia, numa noite de penumbra em que teus passos, me fazem pensar no incerto, indevido, no que eu mataria!!!


Nada demais, leitores, apenas uma viagem de uma madrugada perturbada, apenas uma a mais!!!

mercoledì, giugno 27, 2007

Amar, amar, amar teu verde olhar!!!


amar, amar, o sopro devagar
amar como da primeira vez
amar com inocência
até mesmo na ausência
amar e querer somente amar
querer mais e por isso
mais amar

o toque de leve
o toque na pele
o toque no olhar
e então amar

o toque meu
o toque teu e a voz
devagar, um pouco fria
devahar um pouco minha
os passos apressados
os sentimentos generalizados

noites frias, dias frios
distância
se afastas
mas mais amar
te amo por imaginar,
te amo por esperar
e então mais amar

vontade do abraço
quente, cheiroso abraço
longe, aqui do lado
mas mais amar
quem sabe teu olhar

olhar verde, perto
longe,
olhar calado
profundo, brilhante
o olhar verde dos meus dias
e por isso mais amar

amar, amar, abusar
viver, querer ser
invadir, dividir
topor, dor, mais amor
em tudo isso vc, meu amor
em mais uma poesia do fim do dia....
frio de tanto amar!!!

lunedì, giugno 25, 2007

Tons de pele, tons desejados na pele!!!

Pele, pele
Desejos escancarados
Maciez, nudez.
Pés, mãos, braços
O toque sensível
O torpor veraz
Estávamos ali
Diante do tempo
Distante
Da pele na pele
Dos desejos indesejados
Da nudez e mudez indevidas.

Pele, pele
Desejo
Pele, pele
Gozo
Pele, pele
E eu fui embora
Em meio a pele
Rasgada
De nossos desejos sóbrios...

Tons de pele, mais do que isso
na foto tons de desejos
secretos!!!

martedì, giugno 19, 2007

Longe, longe!!! Vou tentar!!!

Aprisionados
Um dia vi,
Aprisionados
Um dia ouvi...

Foto: Francieli Rebelatto


Tão pouco no olhar
Tão pouco no falar
Tão pouco no sentir
Tão pouco de ti
Menos ainda de mim

Espírito?
Paz?
Sim, todos dos dias
Depois do primeiro
Todos os dias
Depois daquele beijo

Aprisionados
Um dia vi, e ouvi
Hoje aprisionados
Mas tão longe daqui!!!

sabato, giugno 16, 2007

Poetas são tolos, tolos somos todos! Grito de dor!!


Falava na outra poesia dos dias e dias..Os mais brandos, os mais poéticos, os mais corridos e por isso não tão bonitos, mas o fato é que meus dias tem sido assim, um contínuo palavreado poético na busca de fugir da própria realidade. Não que a realidade, tenha que estar distante da poesia, ao contrário acho que com poesia ela fica no minímo mais interessante. O problema é que a poesia passa a ser o refúgio para explicar a falta dos amores, dos sabores, dos olhares. A falta de vontade de estudar, a falta de vontade de ir na aula, a falta de vontade de trabalhar...

Sim, aí como poetas nos isentamos das culpas e escrevemos, crentes de que nas poesias encontraríamos respostas, explicações, conforto e justificativas. Tolos, poetas, tolos todos nós, que passamos horas escrevendo como se assim pudéssemos expurgar todos os nossos sentimentos, sem que o mundo perceba, sem que o mundo se de conta da nossa existência. Sim, por que escrever escondido no quarto, ou nesta sala escura que estou agora, é se reprimir por detrás das cortinas do mundo, e silenciosamente ecoar nas entrelinhas da poesia o grito desesperado de quem está cansado da espera, da falta de vontade, do seu fracasso...

Impotentes perante a vida os poetas se distanciam do mundo e de si mesmo, para escrever, profetizar lendas e mistérios que encantariam o mundo, que deixariam os humanos mais compadecidos de sua dor. Se encarnam em metáforas perpassadas de alegorias e assim criam no seu mundo imaginário um distanciamento do mundo real. Por isso sofreriam menos quem sabe, afinal seriam apenas visionários de seus próprios caminhos. Tolices o tempo todo...

Poetas são tolos, tolos somos todo nós, que escondemos o que sentimos, que se refugiamos nas entranhas da nossa essência por medo de falar, por medo de viver e assim escrevemos poesias, metáforas, citações, assim viajamos no nosso próprio desgosto pela vida e emudecemos em ações, em perturbações, sofremos, enfim, quietos, miúdos, dentro de nossos papéis cavernosos, e-mails proclamados, espera infindável...

Poetas são tolos, tolos somos todos nós, mais tola sou eu que mais uma vez faço rodeio em meio as entrelinhas deste texto com intuito de desviar sua atenção caro leitor do mais óbvio e claro objetivo de estar aqui: Desabafar, me esconder, gritar, ecoar nas linhas emudecidas deste texto o que de fato sinto, já que perante o mundo sou apenas mais uma tola poeta que sonha consigo mesmo, que vive enclausurada nos seus desejos, que perpetua presa nas suas prisões, que sofre a espera da decisão nunca tomada, que ama incensatamente o improvável, que construi um mundo à parte e que a partir dele acredita que o mundo é uma grande sinergia descompassada consigo.

Depois de proferidas tais palavras, me privo de olhar nos olhos, de tocar a pele, afinal para que o toque se minhas poesias já te disseram tudo que havia para te dizer...Fodam-se poesias, se fodam entrelinhas, se fodam os e-mails, se fodam as ausências, se fodam os olhares e as palavras frias...Eu quero gritar para o mundo ouvir que eu posso, que eu quero, e que eu preciso TE AMAR!!!!

Explodindo no descompasso do ritmo acelerado dos meus desejos infindáveis, cá estou mais uma vez para quem sabe me ouças de leve, para que quem sabe me leias de leve, e através disso venhas de leve me abraçar!!!!!


Fran Rebelatto num dia e num desabafo incontido de vontade de gritar...GRITAR, GRITAR, GRITAR..Não aguento mais!!! Não aguento mais!!!

mercoledì, giugno 13, 2007

Dias e dias: distantes...juntos por fim!!!


O que dizer, então?



Dias próximos, dias sem ti

dias vagos, sem mim

dias juntos, dias distantes

dias afastados, dias vagantes!!!

Dias para ser feliz,

dias para não ser

Dias para chorar

outros apenas amar!!!!

E entre amar, e pensar

fico a esperar!!!

mas são dias e dias e mais dias e outros dias

estações, tempos, horas, minutos

são seus olhos distante e nada mais!!!


Fotos: Fran Rebelatto

lunedì, giugno 11, 2007

Ainda não vi, nem vivi, mas já sinto SAUDADES!!!

Saudades!! Todos os poetas já insistiram em tratar dela entre suas entrelinhas, mas será que de fato um dia a sentiram? Creio que sim, afinal como descrevê-la sem ter vivido com sua presença. Mas será que há descrição para a saudade? Quem sabe somente nas metáforas encontramos refúgio para essa tentativa frustada de explicar a saudade, no fundo nada mais fazemos nós poetas do que através das palavras amenizar a dor que traz esta tal saudade...



Saudades
Dos passos arrastados
Dos olhares mal logrados

Saudades
Da voz miúda
E da pele desnuda

Saudades
Dos olhares, Cinderela
E dos gostos de canela

Saudades
Das noites mal dormidas
E das manhãs não vividas

Saudades
Das flores maldizentes
E das mãos tão ausentes

Saudades
Do que não tive
Saudades
Do que não teve
Saudades
Do porém
Saudades, enfim
De alguém!!!!


Saudades do que ainda não vi!!!

mercoledì, giugno 06, 2007

Voar passarinhos, voar miudinho!!!

Eles passarão e eu passarinho
é assim nesses dias
que retonamos aos nossos ninhos...

Confusos, quietinhos
somos mais uma vez
passarinho
vamos mais uma vez
de mansinho...


mas eles passarão e eu passarinho
na essência de voar
de pensar
bem quietinho....


Eles passarão e eu passarinho
nesses dias frios
e nesses dias
miudinhos
tão, que me sinto neles
sozinho!!!!


Ai, passarinhos
Voamos, então???

martedì, giugno 05, 2007

Reduzir as metáforas a mera objetividade??



Um desabafo: a vida cor-de-rosa, ou então verde. Sim, é desta forma que tenho visto e escrito o mundo, entre as entrelinhas da subjetividade, não consigo mais me isentar de estar presente na minha forma de escrever, mas por que pesar, se isso é uma das grandes paixões da minha vida?

Quem tinha que responder esta pergunta é o querido professor Rondon, que hoje teve que descontruir minhas subjetividades me tirando de dentro de um texto. Diz ele que devo somente observar meus personagens e não tentar fazer parte da vida dos mesmos. Ai, ai, no fim da correção o texto já não era mais meu. Eu? (ooooo, egocentrismo) saí cabisbaixa pensando se de fato quero me livrar dessa subjetividade, para ser mais uma mera jornalista.

Não sei, de fato não sei! Sei que por trás das alegorias e das metáforas me escondo, me encontro e me sustento, por trás das fotografias e dos seus meandros permaneço presente no que acredito ser o mundo. Bom ou ruim? Em todos os dias tem sido bom, hoje foi muito ruim, preciso repensar...

sabato, giugno 02, 2007

Ando por você, verde olhar!!! Devagar e divagar!!!




Hoje ando devagar
a divagar
já tive pressa e meus passos
e palavras me fizeram sofrer demais


apenas penso e ando
devagar
a divagar
adormeço nas tuas palavras
acordo no teu olhar


mas ando devagar
a divagar
penso e repenso
em cada sílaba, em cada ponto
na tua mão, no teu pescoço
na tua essência


ando devagar
a divagar
sem pressa
te esperar, e te querer, sem medo
de te amar


Por isso ando devagar
apenas a divagar..,


Mais uma vez mudaste minha vida!!!