lunedì, settembre 21, 2009
martedì, agosto 25, 2009
No meu caminho...
mercoledì, agosto 05, 2009
do lado de lá...ecoaaaaaaa....
domenica, agosto 02, 2009
ao novo amor dará...o que tiver que dar...
lunedì, luglio 27, 2009
mercoledì, luglio 22, 2009
giovedì, luglio 16, 2009
Fragmentos: 02:00horas da manhã....

a outra parte tratarei de ter só pra mim...
OBS.:Fragmentos: 02:oo horas da manhã..tentarei durmir, depois de cortar o dedo, e deixar correr o sangue...Gosto dele...e às vezes acho que sou um pouco louca....
mercoledì, luglio 15, 2009
Os refúgios e seus devaneios intrínsecos.....
martedì, luglio 14, 2009
"eu confesso que vivi...metaforicamente e numa linguagem rebuscada"

martedì, luglio 07, 2009
saudade da estrada finda...do que nada se viveu ainda...
Sinto saudade do que ainda não vivi...
lunedì, luglio 06, 2009
Breve reflexão cotidiana sobre o eu.....pós-viagem ao Chile
Me identifico com pessoas que acreditam que caminhos podem e devem ser construídos ao caminhar, como já disse o poeta anteriormente. Nestes caminhos, sofro com minha "vã inocência" em escrever, pensar, amar e me entregar demais as coisas, especialmente quando entendo que tenho que buscar e construir um novo olhar sobre um caminho já dado, ou então propor um novo caminho, ainda inexplorado. Se bem que a originalidade está cada vez mais difícil. Então, original é nosso olhar e como damos nossos passos, por estes caminhos previamente frutos de constructo social.
Ai, as rebuscações de uma linguagem, as experimentações da pragmática, da epistomologia, nada disso pode estar ao alcance, do "doce- amargo" sabor da imprevisibilidade. Que na verdade, não deixa de ser fruto de um mecanismo já engendrado na nossa maneira de encarrar e propor as coisas. Os cálculos propostos pelo individualismo metodológico. Viajei 17 dias pelas terras de Neruda. Em janeiro de 2009 não fazia a mínima idéia de que está viagem aconteceria, nem por isso exitei em colocar como destaque na minha agenda que para 2009 queria sentar em frente ao mar e entender ainda mais as metáforas do olhar para a infinitude do horizonte, e quem sabe se chegar a nada, que para o poeta se converte em tudo.
E por circunstâncias, e mais do que isso pela energia depositada em um novo sentido que se pretende diante mediocridade da vida, a viagem para o Chile aconteceu. Num momento de turbulências diplomáticas, de morte de Maicon Jackson, de gripe A, de confusões afetivas, de crises com a profissão, com as palavras mal-escritas e ditas. Enfim, uma viagem que não foi por acaso, e agora depois de estar diante desse pc no meu quarto quieto, tenho a plena convicção que era pra ser. Como sempre digo: romantismo extremo, tendência ao fatalismo, ou enfim o que quer que seja. Eu acredito que existe energia neste mundo, existe fluxo de energia que faz com que a mim venham coisas pela qual disponho tempo, energia, luz para que elas aconteçam.
Resumindo: Me sinto imensamente feliz, invadida inocentemente por uma vontade absurda de viver na estrada. Por que parece que ali estamos diante de nós mesmos. Ok, sei que isso é tentar fugir que existe um retorno, pessoas, sentimentos, vulnaribilidades (??) cotidianas, mas a estrada parece que deixa os calos humanos, mais fantasmagóricos, mais permeáveis de encontros que fazem o brilho no olhar retornar. Pode dar em nada, mas pode ao mesmo tempo mudar tudo....
Breve reflexão cotidiana sobre o eu.....Para entender a viagem que falo basta dar uma olhadinha no meu outro blog aqui
giovedì, giugno 25, 2009
Felicita....um breve toque....
Mas eu acredito em felicidade e muito, e tento vive-la na maior parte do tempo. No entanto, sou humana repleta de defeitos, problemas, apreensoes. No tenho como fugir disso, quanto menos quero fugir das amarras e peripecias da vida que eu mesmo construi. Seria a teia de significacoes proposta por Geertz ao teorizar sobre culturas.
Pero, felicidade depende de tao pouco as vezes, de tao breves atos e coragem de dar a cara a tapa...de apenas viver....Apenas contemplar...ok, a contemplacao e algo bem dificil, eu sei...mas no custa nada subir ao topo do morro e se emocionar...
Uma breve reflexao aqui do Chile para no deixar o eu - Fran introspectiva morrer....Estoy muy feliz...Gracias....
lunedì, giugno 08, 2009
a parede fria..e o perfume da menina...
O fogo, a lua, um corpo...
um toque repentino na face
Toque constante no olhar
E o fogo crepita vorazmente
Observa denunciosos momentos de nós...
A madrugada se esvai...
no fogo que arde
nas rimas vazias
nos corpos que desejam desnudar-se de imprecisões
não resiste nem o toque, a intenção, a voz...
Uma parede fria, uma noite...
Um corpo suas mãos, braços e entranhas
O caminho pequeno fumegante
Insanidades se materializam ...a lua
perpetua-se enfim a vontade, desejo atroz...
Derepente fez-se uma saudade
O tempo é devagar
A parede fria parece falar
e o braço no ombro coberto
A lua...de clâmides frescas, esconde o dia
Os beijos quentes maltratados...
Me agradeces à luz...minha menina...
Mas a menina canta o fim de um lugar
Ai..parede fria / Ai...vontade de ficar
E se a poesia se concretiza
É chegada a hora de voltar....
domenica, maggio 31, 2009
O tempo e o vento de uma saudade....pequena...

Tão manso, tão devagar
as nostálgicas saudades do arvoredo
choro, me escondo, sinto medo...
O vento corre pela manhã
nas vagas horas, de uma saudade vã
balança a cabelera da pequena
corro, me espalho, sou uma menina facera....
O tempo cobre a colina
os carros de lomba, e a doce menina
vagueia pela manhã que se finda
e pelas tardes frias do ainda...
O vento carrega lembranças
de outrora, de tantas infâncias
da pele grossa na mão enrugada
da minha querência que permanece ali, inalterada...
No lombo do cavalo, na hora do regresso, avisto ao longe minha morada.
lunedì, maggio 25, 2009
Contemplamos o silêncio..um do outro...
Em mim pensamentos frenéticos se apossam da racionalidade.
lunedì, maggio 18, 2009
a versão dramática 2.4 mais intensa...quebrando a cara mais uma vez
mercoledì, maggio 06, 2009
E no filme eu acreditava em me salvar no final...

sabato, maggio 02, 2009
A silenciar..lá fora!!!
E as frenéticas composturas dançantes
Afinal tudo é silêncio
O batuque toca a silenciar...
mercoledì, aprile 15, 2009
Tento entender por que é tão estranho para mim abraçar e ser abraçado. Conto nos dedos quantas vezes fiz isso com meus pais, meus irmãos, meus amigos. Parece que este ato fica restrito somente aos momentos de intensa alegria, ou profunda tristeza. E me incomoda quando tudo que preciso é abraçar o outro, que está ali de pé na sala esperando um abraço, no canto do banco, no corredor, na sacada. Parece que algo me trava, uma angústia fica na garganta e eu falo, falo, tento dizer palavras bonitas, filosofias de vida meio que sem fundamento, essas coisas. E o abraço fica resguardado na minha vontade. Mas eu queria tanto te acolher num abraço. Quando consigo fazer isso me sinto constrangida, parece que meu abraço não é verdadeiro, parece que não condiz com o que quero dizer. Resumindo: é um trauma para mim, nunca expressado antes. Precisou amigo Ceratti partir para mim conseguir entender também mais este fato.


