martedì, marzo 24, 2009

Sou agora, o que querias...

Ai, o sabor doce da inquietude
Sou, o que sou
e me vês como não eras...


Agora sou o que me via
Não mais o que fui
e me delicio com o amargo da finitude...

2 commenti:

Nelson Ngungu Rossano ha detto...

Inquietude é o que nos deve defenir, o nosso espírito tem que ser inquieto!

JAMES PIZARRO ha detto...

Guria, como gostei dessa sinopse poética...que baita texto !
Meus parabéns !
bj

JP