martedì, marzo 06, 2007

Ainda quero acreditar nas nossas texturas...

Procuro as texturas quentes de tua pele voluptuosa que se desmancha ao sentir meu caminhar rápido. Texturas destemidas, mas banidas pelo proibido ato de desejar o porvir alheio a nós.


As texturas de nossas carnes são assim, remontadas nos desejos destemidos de nossos corpos já então a divagar entre o que poderia ser de fato atitude. Mas insinuações e idiossincrasias permeiam nossa vivência lado a lado.

À vontade descarnada de tuas texturas, faz as minhas mais vivas, mas texturais e fáceis de tecer, de sentir o fervor de teus passos discretos. Texturas que encontro os teus olhos trêmulos, textura que encontro no teu colo fervilhante.


Mas, o porvir guarda nossas texturas amistosamente no meu seio, nos teus membros. O porvir guarda os nossos desejos indissolúveis. Enquanto isso, as texturas se devaneiam na busca infinita de ter mais. Nossa texturas quentes se dissolvem na incridulidade do ainda pode acontecer. Na vontade de ainda podermos ser. Mas será que vale a pena continuar acreditando nisso.

5 commenti:

Conceição Bernardino ha detto...

Olá,

Povo

Ò povo que trais sem saber
O corpo que cansada da luta não
Pode ver

Ò néscio que não tiveste
Quem a ti te ensinasse
A andar.

Ò triste que caminhas com os
Pés dos outros,
Sem saber no que estás a pisar!

Poema da autoria de LILIANA BARRETO do LIVRO POISEIS II

Desejo-te uma bela semana, na companhia deste belo poema que encantou os sentidos.

Beijinhos ConceiçãoB
http://amanhecer-palavrasousadas.blogspot.com

Dara Martins ha detto...

Texturas...Sempre gostei de texturas!

E gostei também do blog:)

Um beijinho,
Dara

Klatuu o embuçado ha detto...

Vale a pena ser. Vale a pena amar. Vale a pena ser Humano!

Dark kiss.

vida de vidro ha detto...

Vale sempre a pena explorar a compatibilidade das texturas humanas. Mas cada caso é um caso... **

ClariDeggeroni ha detto...

Não sei porque essas fotos provocaram meu apetite... Deve ser fome mesmo, ou as cores vivas...

Quanto a textura... Ultimamente estou achando o 'brilho' muito menos passível de arrependimentos...


Um abraço!!!!