domenica, gennaio 07, 2007

Sabe quando falo das incógnitas da vida em meio a meus poemas?


Pois é, falo de pessoas que fazem o teu olho brilhar de verdade, que sua presença te deixam nervosa pela vivacidade de sua alma. As incógnitas são assim poéticas, misteriosas, presentes, ausentes. São bonitas, sinceras, pequenas, grandiosas...Incógnitas porém.

Em alguns trechos de nossos poemas caminhom nos ladrilhos amarelos da vida ao nosso lado, em outros momentos, percorrem as calçadas distantes dos nossos passos mansos, por que os passos se tornam apressados, quem sabe vagos, quem sabe mais pleno...Caminhos porém.

E os olhares de tais incógnitas. Neles encontramos caminhos, suavidade, destreza, vontade, o que de mais bonito existe nele e por isso existe em nós. Reflito-me em tais olhos, pois acredito que tais incógnitas também são parte de mim... Olhares, porém...És uma incógnita na minha vida, por isso é poesia, por isso és mais bonita, por isso te quero sempre nas entrelinhas dos meus dias e entre as escolhas do meu caminho...

Fran, com uma vontade enorme de celebrar a beleza da vida...a fragilidade da vida, a grandeza da vida..os trilhos da vida, os alicerces da vida...Os caminhos desconhecidos e possíveis que a vida me oferece...

4 commenti:

Anonimo ha detto...

As incógnitas podem ser fascinantes de resolver. Ou decifrar. **

Anonimo ha detto...

O que seria da nossa vida sem as incógnitas? Sem graça, com quase certeza. Um grande 2007!!! E que a tempesatade tenha limpado o ar e os caminhos à sua volta. Beijos.

Fenix ha detto...

O que seria da nossa vida sem as incógnitas? Sem graça, com quase certeza. Um grande 2007!!! E que a tempesatade tenha limpado o ar e os caminhos à sua volta. Beijos.

Fenix ha detto...

p.s. Fui eu mesma que escrevi os dois, viu? Lapsos... Se quiser apagar o anônimo e essa pequena observação... Beijos.