lunedì, aprile 16, 2007

Destruo-me!!!


Destruo-me aos poucos
Dilacerando os tímpanos
A alma inquieta
O canto do olho
Dói, dói, e dói mais

Destruo-me aos poucos
Pensamentos vagos
Intensidade na garganta
O grito apertado
Dói, dói, e dói mais

Destruo-me aos poucos
Passos incertos
Certezas do nada
A indecisão do não querer
Dói, dói e dói mais

Destruo-me aos poucos
Meus tímpanos
A visão perturbada
A sensação não nítida
A inconstância da indecisão
Dói, dói e dói mais

Destruo-me aos poucos
Dói, dói, e dói mais
Ele se põe,
Se vai
Cá estou a admirar
Respostas?
Destruo-me aos poucos
Dói, dói, e dói mais...

Dói, e o grito fica guardado!!!

7 commenti:

Nelson Ngungu Rossano ha detto...

Não te destruas!!!

Tens muito pra dar, e como se diz

"eu sou mais eu!"

=)

Bj e boa semana

david santos ha detto...

Muito bom poema. E a imagem assenta que nem uma luva.
Parabéns.
Quanto à destruição, sempre, pouco ou muito, temos ainda algo para dar.
Abraços.

Paulo Chagas ha detto...

Destrua o que não gosta. Recicle o que sobrou com o material derrubado. Faça uma reforma no interior. Mas mantenha a fachada autêntica e habite com mais conforto o novo espaço: você!
bjão

Bill ha detto...

Destruir para reconstruir... Como tirar todas as peças de um grande quebra cabeças que sabemos que esta errado... E começar tudo novamente...
Destruir pra renascer tudo bem... Ter bases mais fortes... mudar o caminho...

Gostei do seu blog, parabéns pela bela escrita.

:*

Klatuu o embuçado ha detto...

Gostei do poema... mas acho que você tá a ficar mórbida... ainda vira gótica! :)

Dark kiss.

vida de vidro ha detto...

A destruição não pode ser positiva. E os gritos são para se soltarem! **

Sandokan ha detto...

O poema é a vida; a vida é a luta; a luta é o suor do rosto; o rosto és tu.

Vem!

Esperamos-te com anseio. Sabemos que tu virás, na ALQUIMIA DO AMOR -SOPRO DA ALMA!

http://lusoprosecontras.blogspot.com